<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8770350861091029661</id><updated>2011-10-12T16:49:54.816-07:00</updated><category term='Mídias Sociais'/><category term='Twitter'/><category term='Terceiro Setor'/><category term='#DiadoRP'/><category term='Redes Sociais'/><category term='Ética e RP'/><category term='Midiatismo'/><category term='Marketing'/><category term='RP 2.0'/><category term='Branding'/><category term='Orkut'/><category term='O Relações Pùblicas'/><category term='Facebook'/><category term='Profissionalismo'/><category term='Relacionamento com o Cliente'/><category term='As Relações Públicas'/><title type='text'>Daniela Mattos</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://rpdaniela.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>dani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01302862385705873250</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nIYIIRpvX4Y/Smj5lKathYI/AAAAAAAABFU/G8FQJMLQk50/S220/avatar.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>16</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8770350861091029661.post-4218438778341857975</id><published>2011-08-18T17:06:00.000-07:00</published><updated>2011-08-18T17:08:32.360-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Redes Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RP 2.0'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Terceiro Setor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midiatismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='As Relações Públicas'/><title type='text'>Desprenda-se do digital, do Marketing, concentre-se nas pessoas.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 21px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este texto pretende apresentar o case “Bicho de Rua”. Um trabalho realizado na ONG&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Projeto Bicho de Rua&lt;/strong&gt;, na qual pessoas estão trabalhando pelo bem estar animal. Experiência que propicia a reflexão para o uso das ditas “mídias sociais”, caracterizando-as apenas como ferramentas para atingir pessoas. Logo, o texto servirá não apenas como exemplo a outros projetos desenvolvidos no terceiro setor, mas também aos demais trabalhos desenvolvidos por profissionais de comunicação que atuam em ambientes digitais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Da minha experiência em comunicação nos ambientes digitais, sempre percebo o óbvio: que não se tratam das mídias que se utiliza para formar as redes de influência. Como disse&amp;nbsp;&lt;a href="http://twitter.com/soninhag" style="color: #0090d1; text-decoration: none;"&gt;Sonia Grisolia&lt;/a&gt;: “Tudo começa e termina nas pessoas e suas ideias. O resto é apenas meio”. O que me pergunto é: porque o que nos parece tão óbvio, parece tão complicado para tantas outras pessoas?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Costumo pensar nas redes sociais mediadas por computador como um meio que reúne, agrupa e organiza correntes ideológicas. Cada um de nós possui uma bagagem sem medida de experiências, expectativas, cotidiano, e um sem fim de idéias formadas, ou por formar, em nossas mentes. E o que faz mover essas correntes, perturbando as idéias, é a paixão. Só este sentimento é capaz de motivar as pessoas a iniciarem ou inflarem um diálogo em que todos falam para todos, em que poucos ouvem ou se deixam influenciar. É a paixão que faz de uma pessoa uma mídia, capaz de envolver e atrair outros, e outros, e cada vez mais apaixonados aproximando-os de uma causa. Esta causa pode ser o amor pelo cinema, pelo futebol, pelo que for, pouco importa o quê. Contanto que naquele ambiente “um indivíduo” possa fazer parte de algo maior, e que este algo seja o que ele precisa naquele momento – de uma piada, a um protesto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao voltar o nosso olhar do digital para o mundo “offline”, percebe-se que aquele ambiente é feito pelas mesmas pessoas com quem trabalhamos, estudamos ou que encontramos nos elevadores de prédios comerciais. São pessoas comuns – o mundo dito “digital” nada mais é do que um meio em que as pessoas podem se reunir sem precisar deixar a sua vida “offline” suspensa. Isso quer dizer que os públicos, independentemente do nicho de mercado da empresa, está participando de alguma rede e que é importante as empresas estarem atentas? Não! Isso significa “apenas” que todas as pessoas são movidas por alguma paixão. Assim, o sucesso de uma empresa que se proponha a&lt;strong&gt;conquistar o seu cliente&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;(isso independe do meio), precisa compreender, conhecer ou, no mínimo, se preocupar e respeitar esta condição.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Aprenda com as ONGs!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na ONG Projeto Bicho de Rua, por exemplo, o que se quer é distribuir animais para adoção. Se quer que as pessoas doem dinheiro, o seu tempo, o seu RT, que “curtam” suas publicações por “nada”. É como no marketing comercial, só que neste caso, a troca é por satisfação. Quem ama os animais doa tudo o que puder e sempre acredita que deveria fazer muito mais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E como a Bicho de Rua arrecada dinheiro, objetos, comida, como consegue adoção para os animais? Dialogando. Construindo relacionamentos verdadeiros, hora com muito bom humor, hora compartilhando uma história triste, mas sempre mostrando uma solução para o problema. Através do perfil de uma ONG, as pessoas podem e geralmente são, humanas. Admitem o erro, perguntam, ouvem, observam o que as pessoas querem, e procuram atender a essas necessidades. Percebem? Isso é marketing. Porém, um relacionamento que não visa exclusivamente o lucro de quem vende, mas que respeita e que se preocupa em atender a necessidade de quem compra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É bastante comum ver ativistas radicais em ONGs mostrando apenas o lado ruim de tudo, oferecendo quase nada além das mazelas em troca de piedade – e conseguem. As pessoas morrem de pena, mas pouco contribuem. Não podem acreditar que o pouco que elas podem vá fazer alguma diferença. O trabalho do Bicho de Rua diferencia-se por oferecer o que as pessoas querem ver: quem gosta de animais, quer vê-los saudáveis, quer saber que cada adoção é importante, que cada anúncio é essencial, e que prestar atenção ou ter piedade não basta, ela precisa reagir: dar um RT, curtir, comentar, oferecer, sugerir… E quando isso acontece, as pessoas se identificam, sentem-se felizes por ajudar como podem, e ajudam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A programação de posts e tuítes pelos perfis da ONG é produzida constantemente observando o problema (as necessidades dos animais), e a resposta dos públicos a cada interação, visando a solução deste problema. Foi assim que se percebeu que a piedade comove, mas o que mobiliza as pessoas é a paixão. Então, é preciso envolvê-las no processo. Desde o princípio foi-se mudando a estratégia para manter a atenção e as doações. A medida certa ainda não foi, e nem deve ser encontrada. Mas, a cada correção, percebe-se a diferença pelos resultados que se obtém.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E neste ponto, as ONGs precisam aprender com o Marketing Comercial: é preciso estabelecer um objetivo claro e fazer um diagnóstico completo para saber de onde se partiu e depois avaliar os resultados. Pois é o acompanhamento e a avaliação constante que garante a mudança na hora certa e os melhores resultados. Ou seja, o trabalho nos meios digitais não deve ser engessado, pois a rede é feita por pessoas – não se trata de uma equação exata.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8770350861091029661-4218438778341857975?l=rpdaniela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rpdaniela.blogspot.com/feeds/4218438778341857975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2011/08/desprenda-se-do-digital-do-marketing.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/4218438778341857975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/4218438778341857975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2011/08/desprenda-se-do-digital-do-marketing.html' title='Desprenda-se do digital, do Marketing, concentre-se nas pessoas.'/><author><name>dani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01302862385705873250</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nIYIIRpvX4Y/Smj5lKathYI/AAAAAAAABFU/G8FQJMLQk50/S220/avatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8770350861091029661.post-1023948754599692961</id><published>2011-05-29T15:41:00.000-07:00</published><updated>2011-08-18T17:09:15.059-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Redes Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Profissionalismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midiatismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mídias Sociais'/><title type='text'>Cuidados e práticas: quem vai cuidar das redes sociais?</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 21px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Quem vai cuidar das redes sociais na internet e responder por uma empresa, por uma marca ou instituição? Estar presente no Twitter, Facebook ou Foursquare, ter experiência com outras organizações é o suficiente para um profissional fazer o bom uso destes canais?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Venho reforçando a ideia de que o trabalho de mediador entre a empresa e seus públicos nas redes sociais da internet não deve ser realizada por qualquer um, que deve ser diferenciado e ter objetivos claros. Esse trabalho requer profissionalismo, visão estratégica e diversos outros conhecimentos e expertises. Desta vez, quero falar de um outro fator que deve ser levado em conta ao contratar um profissional para esta função.&lt;span id="more-6539"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes disso, retomo algumas questões básicas: o que acontece nos ambientes sociais na internet é uma conversa entre pessoas. Assim, envolver-se em polêmicas não é muito difícil. Quando se interage com muitas pessoas, sempre pode ocorrer divergências nas opiniões. Entre “amigos” acontece a troca de ideias e pontos de vista, eles se perturbam um ao outro podendo provocar alguma mudança ou não. Outro ponto é que em um ambiente social as pessoas são observadas o tempo inteiro, e aquelas que agem de forma inadequada, ou que desagrade os demais, acabam sendo isoladas, ignoradas e, na pior das hipóteses, difamadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E é por não saber como lidar com estas situações que aquelas empresas que compreendem as possibilidades e riscos nessas redes acabam desperdiçando oportunidades. O erro ocorre ao estabelecer os parâmetros no momento da contratação do profissional que estará mediando a comunicação com esse público específico. É tão errado contratar um profissional exclusivamente pelo seu conhecimento técnico – seja de web ou de comunicação – quanto aqueles que demonstrem dominar essas redes pela atuação em seus perfis pessoais. O fato é que uma marca precisa se adequar ao que o público espera dela, assim, está presença online não pode ser regida apenas a partir de perspectivas de uma pessoa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A web nos meios “sociais” é um ambiente hostil, e a atuação de uma empresa neste ambiente envolve uma infinidade de parâmetros que devem ser observados, sendo o principal deles a dinâmica de funcionamento de cada rede. E isso independe do que a empresa quer. O profissional por trás destas ferramentas precisa estar atento a tudo isso e agir somente depois de conhecer a empresa e os públicos com ela envolvidos. Neste ponto, pouco importa as experiências adquiridas em ações pessoais ou vividas por outras empresas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para que serve uma empresa estar nas redes sociais? Para ser amiga? Não. Para fazer deste mais um canal de vendas? Tão pouco. A principal razão para uma empresa estar nas redes sociais deveria ser aproximar-se do seu público. Isso significa conhecer as pessoas que simpatizam com o tipo de negócio da empresa. Saber como elas pensam, o que elas querem, para que elas digam se as práticas comerciais estão adequadas, ou como podem melhorar. Ou seja, esta é uma fonte de pesquisa diferenciada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E como fazer isso de forma eficaz? Identificando o melhor canal, ou seja: onde as pessoas estão, como elas se comportam, para então verificar as oportunidades, entrar para esse meio, seguir as regras daquele ambiente e, a partir daí, interagir com essas pessoas de forma que elas possam dizer como a organização deve atuar para conquistar a sua confiança. Uma vez estabelecido esse relacionamento, a empresa terá tudo o que precisa para uma atuação eficaz, valorizando a sua marca ou para atingir o propósito de estar naquele ambiente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, se o profissional contratado não entender de pessoas, de como elas se relacionam, se ele não entender do seu negócio e das pessoas para quem a empresa trabalha – não será o domínio de softwares e ferramentas web, experiências anteriores ou especializações que fará de uma marca um sucesso nas redes sociais da internet.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8770350861091029661-1023948754599692961?l=rpdaniela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rpdaniela.blogspot.com/feeds/1023948754599692961/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2011/05/cuidados-e-praticas-quem-vai-cuidar-das.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/1023948754599692961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/1023948754599692961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2011/05/cuidados-e-praticas-quem-vai-cuidar-das.html' title='Cuidados e práticas: quem vai cuidar das redes sociais?'/><author><name>dani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01302862385705873250</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nIYIIRpvX4Y/Smj5lKathYI/AAAAAAAABFU/G8FQJMLQk50/S220/avatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8770350861091029661.post-1562350191383456331</id><published>2011-03-19T15:27:00.000-07:00</published><updated>2011-08-18T17:10:04.614-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Redes Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RP 2.0'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Facebook'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Twitter'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midiatismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mídias Sociais'/><title type='text'>Será o Twitter e/ou o Facebook o novo Tamagoshi?</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Compartilho aqui, mais um texto meu publicado no &lt;a href="http://www.midiatismo.com.br/comunicacao-digital/sera-o-twitter-eou-o-facebook-o-novo-tamagoshi"&gt;Midiatismo&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Às vezes tenho a impressão de que sim. As mídias sociais são vistas pela maioria das pessoas com poder de decisão dentro das organizações como um bichinho virtual, que tem programa solicitando certas ações, dentre elas o de ser observado e alimentado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi essa a conclusão que tirei após algumas experiências nesse verão. Com o intuito de verificar como estava o mercado para web writing ou analista de mídias sociais, fui fazer uma “pesquisa de campo”. E tirei algumas conclusões bem preocupantes. As pessoas incumbidas de contratar, na maioria dos casos, sequer tinha uma vaga noção do que o profissional a ser contratado faria ao assumir o cargo que estava sendo oferecido. Em geral, os cargos eram oferecidos a estagiários que, entre uma “tarefinha” e outra, teria como “atividade complementar” “alimentar” o Twitter, o Facebook e alguma outra rede em que a empresa estivesse inserida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em todos os casos, mesmo quando a vaga era para efetivo, o salário era a prova mais clara de que aquelas pessoas/empresas não entenderam ainda para que serve afinal estar nessas redes sociais. Para eles tudo é uma questão de fazer bonito no ambiente online e dar condições a um qualquer ter o “emprego dos sonhos” ganhando dinheiro por “nada”. Afinal, é só ir lá e digitar umas promoções, trechos do jornal da empresa ou qualquer informação para aparecer online.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa constatação é ruim para os profissionais que já estão no mercado, mas será muito pior para essas empresas quando as “pessoas” se derem conta da gafe que cometeram. Quero deixar claro que não tenho, em absoluto, nada contra estagiários – é uma bela forma de conhecer o mercado de trabalho, a área escolhida e tudo mais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, ninguém aprende sozinho a menos que tenha muita maturidade e muito foco naquilo em que acredita. Mesmo assim, aprender sozinho requer cometer alguns erros até chegar ao ponto desejado. E a primeira lição de quem trabalha com mídias sociais é que ela não permite erros. Uma vez postado, o texto já caiu na rede e não tem “CTRL + Z” que dê jeito. Assim, dependendo da organização que estiver por trás daquele perfil, pode ser a reputação de anos jogada fora e muito investimento para contornar, e só eventualmente, reverter o quadro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O porque de investir nessa área, como atuar, como monitorar, porque interagir, o que oferecer, porque oferecer, essas e ouras dúvidas estão explicitas em uma infinidade de blogs espalhados pela web, alguns deles excelentes, por sinal. Ser elegante, educado, consistente e relevante é questão de bom senso, e poucos têm essa noção. Entretanto, nem mesmo com todas essas virtudes reunidas seria o suficiente para um bom desempenho no ambiente digital.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ter tudo isso garante que seu tamagoshi, digo: perfil, será bem alimentado. O ideal, contudo, é que a atuação nas mídias sociais seja ditada pela prática do seu plano de marketing para que se verifique o investimento e o retorno. Mas, acima de tudo, é preciso compreender que não é o Twitter que vai determinar o próximo passo (como o tamagoshi o fazia), mas as pessoas que lá estão. Pois a rede está viva, pulsa em todas aquelas linhas explicitamente o que cada uma delas espera de você. Pense nisso!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8770350861091029661-1562350191383456331?l=rpdaniela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rpdaniela.blogspot.com/feeds/1562350191383456331/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2011/03/sera-o-twitter-eou-o-facebook-o-novo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/1562350191383456331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/1562350191383456331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2011/03/sera-o-twitter-eou-o-facebook-o-novo.html' title='Será o Twitter e/ou o Facebook o novo Tamagoshi?'/><author><name>dani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01302862385705873250</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nIYIIRpvX4Y/Smj5lKathYI/AAAAAAAABFU/G8FQJMLQk50/S220/avatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8770350861091029661.post-2250235594138086965</id><published>2011-01-28T04:55:00.000-08:00</published><updated>2011-01-28T04:57:23.333-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Redes Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RP 2.0'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Branding'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marketing'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Twitter'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mídias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='As Relações Públicas'/><title type='text'>Uma reflexão sobre Branding e RP 2.0 nas Mídias Sociais</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Para quem pouco sabe sobre estes temas, e/ou ainda não compreendeu em que as redes sociais podem contribuir nesse processo.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As formas de acompanhar uma marca mudaram, e isso não é mais novidade. Se antes o público “ouvia a história” de uma marca apenas pelo que ela dizia nas mídias tradicionais, como na propaganda convencional, fosse ela veiculada na TV, jornal, revistas ou outdoors - em que se sabia &amp;nbsp;com mais clareza que eram usadas estratégias persuasivas – hoje, com as mídias sociais, ela tem a possibilidade de mostrar o seu lado "humanizado", construído dia a dia e “comprovado” por aqueles que a acompanharem diariamente. Este pode ser um fator positivo, se a gestão do conteúdo for estabelecido a partir de estratégias de relacionamento com o seu público, agora "fãs", "amigos" ou "seguidores".&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Independentemente do nome que se dê a esse público, é uma audiência “fiel” e que está ali porque tem interesse em “ouvir” aquela história. É nesse ponto que as mídias sociais se tornam um diferencial interessante para complementar uma estratégia de “branding” no meio digital, visto que a marca pode se mostrar interessante, produzindo o conteúdo que envolva e cative o seu público. Além de saber quem o está “ouvindo”, o acompanhamento do processo é facilitado pelo caráter imediatista dessas redes. Assim, os gestores da marca terão retorno imediato, conhecendo as impressões e, principalmente, a opinião do seu público-alvo. Este fator permite que se mude a estratégia, ou que se amplie alguma ação conforme os resultados obtidos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, as referências que o consumidor tem para a formação da identidade de uma marca são, de modo geral, os "sinais" que as empresas produzem e as interpretações a partir do que outras pessoas dizem. Nas redes sociais mediadas por computador temos inúmeras pessoas "falando" e se relacionando umas com as outras, expressando suas opiniões, compartilhando-as como forma de indicar ou desaconselhar a experiência a outras pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São muitas as pessoas que usam a internet como forma de obter opiniões alheias sobre produtos, serviços, marcas, empresas... Sendo assim, o ambiente virtual em que "todos dizem o que bem entendem para o conhecimento de qualquer um", tornou-se um campo de pesquisa de proporções infinitas para conhecer o consumidor, para avaliar a percepção que fazem de determinada marca, produto ou serviço. Esse ambiente, por ser tão "democrático" permite que a empresa intervenha no que está “circulando” pela internet adicionando elementos à discussão, não controlando, mas participando da formação de opinião daqueles que por ela procurarem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essas duas características por si só já seriam um grande avanço para a comunicação, seja ela trabalhada pelos relações públicas, para atuação do marketing ou de branding... Contudo, vejo na possibilidade de a marca se relacionar com as pessoas o ponto máximo da participação nesses meios como estratégia de comunicação. Porque, se as pessoas buscam informações para formar a sua opinião, terão a oportunidade de ouvir ambos os lados: empresa e clientes. E se a empresa estiver lá, aberta a conversação com esses clientes denotando uma "harmonia" entre eles, certamente produzirá um sentimento de simpatia por aquela marca.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outra possibilidade é o contato freqüente da marca com as pessoas. E não necessariamente apenas com aquelas com quem está se trabalhando um relacionamento direto. Numa rede como o Twitter, por exemplo, ao falar com alguém, todos que seguem aquele perfil acompanham esse diálogo. Assim, a marca estará se fixando e produzindo sentidos, comunicando indiretamente para alguém que talvez não tenha qualquer opinião ou interesse pela empresa em questão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa produção de sentidos vai construindo uma idéia, vai formando uma imagem quase que imperceptível para aquelas pessoas. Ou seja, elas não apenas saberão da existência daquela empresa, como terão elementos para formar uma opinião. Se a imagem formada for positiva (e é o que se espera num caso de participação ativa da organização com esse fim), certamente aquela marca concorrerá no processo de decisão destas pessoas quando houver a necessidade, ou quando lhe forem solicitada alguma sugestão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, a pesquisa, o acompanhamento, a forma de fazer branding ou RP 2.0, por exemplo, permanece a mesma. Porém têm-se novas ferramentas para a construção da marca através dos meios digitais. Atividade que conta com a percepção do profissional - e menciono aqui o &amp;nbsp;de relações públicas por ser estudante dessa área - o qual deve estar atento às mudanças em todas as facetas pelas quais uma empresa pode ser exposta/ou se expõe, comunicando-se intencionalmente ou não, acompanhando tendências e cuidando de produzir os sentidos certos contribuindo eficientemente para o desenvolvimento da organização.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8770350861091029661-2250235594138086965?l=rpdaniela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rpdaniela.blogspot.com/feeds/2250235594138086965/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2011/01/uma-reflexao-sobre-branding-e-rp-20-nas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/2250235594138086965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/2250235594138086965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2011/01/uma-reflexao-sobre-branding-e-rp-20-nas.html' title='Uma reflexão sobre Branding e RP 2.0 nas Mídias Sociais'/><author><name>dani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01302862385705873250</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nIYIIRpvX4Y/Smj5lKathYI/AAAAAAAABFU/G8FQJMLQk50/S220/avatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8770350861091029661.post-4904334860870528523</id><published>2011-01-11T14:43:00.000-08:00</published><updated>2011-01-11T15:12:01.803-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Redes Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marketing'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Orkut'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Twitter'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mídias Sociais'/><title type='text'>Para entender a dinâmica do Twitter e as práticas nas redes sociais</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O que mais tenho visto na internet são pessoas tentando explicar as funcionalidades do Twitter ou tentando descrever boas estratégias a fim de auxiliar aqueles que não fazem idéia de por onde começar, mas que estão tentando apreendê-las. Acredito que essas tentativas sejam válidas, tanto de um lado, quanto do outro. Porém, creio que estejam pulando uma etapa importante, que é a de compreender como se chegou nesse ponto em que "Tuitar é preciso", a que se deve essa cultura de interação online, e como essa prática pode (ou deveria) ser usufruída pelas organizações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Foi pensando nisso que percebi que algo sobre o sucesso do Twitter. Lembrei de como se formou a cultura de “criar uma comunidade” no Orkut. Percebi que a apropriação dessa ferramenta foi a mesma que desencadeou o sucesso do microblog. Lembro de vários “orkuteiros” que ao viverem uma situação inusitada, diziam: “vou criar uma comunidade sobre isso” e de fato o faziam e, quando a idéia era muito boa, a comunidade ficava popular rapidamente. Foi assim que surgiram aquelas comunidades mais clássicas de “Odeio...” e “Amo...”. Isso denota a necessidade que as pessoas têm de expressar o que sentem “eternizando” (ainda que muitas pessoas não se dêem conta disso) a sua opinião na web, para que todos a conheçam de alguma forma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Partindo desse pressuposto fica bem mais fácil compreender o sucesso do Twitter. Pense: mensagens curtas, sobre determinada situação, sentimento ou notícia, expressada por uma pessoa e que pode facilmente ser reproduzida por tantas outras, permitindo réplicas e tréplicas (e até processos judiciais, dependendo do conteúdo do comentário), fazendo-se notar num espaço comum. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A diversão máxima para muitas pessoas no Orkut sempre foi colecionar comunidades que dissessem tudo no título, ou no máximo nas primeiras linhas da sua descrição. Entendo esse comportamento como uma necessidade do indivíduo de dizer quem ele é, expressando como se sente, do que gosta ou não, ou o que pensa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Sob esse ponto de vista, o Twitter era uma necessidade latente e veio para atendê-la. A (des)vantagem desta ferramenta é que, além de noticiar para toda rede as suas impressões, o usuário tem uma timeline curta, que dá a ilusão de que em pouco tempo, com o passar dos dias, os seus posts se perderão na memória dos leitores. Porém, essa “construção” online deixa rastros muito mais fortes do que no Orkut, visto que vai delineando a personalidade do usuário através do tempo em seus discursos. Mas, é verdade também que pela timeline ser curta e a quantidade de informações circulando muito intensa, muitas idéias (boas ou ruins) acabam se perdendo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Lançando mão da visão de “puro entretenimento” dessas mídias, penso que esses são espaços de muitas oportunidades profissionais. Entretanto, que exigem conhecimento empírico unido ao de estratégias de comunicação muito bem definidas. Algumas delas eu aproveito para descrever a seguir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A lógica salta aos olhos e a palavra mágica é “construção”. O sucesso de um perfil numa rede social mediada por computador vai depender de quão bem elaborada for a atuação, de quão bem adequado está o discurso e as interações de um usuário naquele meio, entre as pessoas que ele estiver atraindo. Essa última afirmação, inclusive, demonstra que é preciso saber quem se quer conquistar para um perfil e então planejar o que dizer. Ou seja, definir a estratégia é fundamental.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Além disso, se o perfil que deseja atrair olhares online for de uma empresa, ela precisará abrir mão da sua posição de “pessoa jurídica” e “ser” uma pessoa comum. Empresa e públicos precisam compreender/sentir que existe uma pessoa por trás da máquina, que é a sua representação online. Essa humanização é requisito básico nas “redes sociais”, porque é um espaço de pessoas que se relacionam. A rede tem regras, as quais devem ser respeitadas. Elas dizem respeito a condutas muito simples: envolve “quem diz o que para quem” (do bom e velho Laswell) somados a “quando” e “porque”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;E aqui chego a mais uma palavra chave para o planejamento nas redes sociais: “porque”. Quando a proposta de um perfil é clara, o conteúdo adequado e relevante, os seguidores, cientes do seu propósito o seguirão porque se identificam com ele. Esse posicionamento desperta para a resposta daquele problema que levantei anteriormente "&lt;a href="http://rpdaniela.blogspot.com/2010/10/seu-twitter-na-frequencia-certa.html"&gt;qual a freqüência certa para o Twitter?&lt;/a&gt;"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;, por exemplo. O que percebo é que quando a proposta do perfil é coerente e adequada, as pessoas não só retuitam as informações recebidas, como tecem comentários readequando-as para compartilhar em sua rede. Esse hábito potencializa a informação tuitada, uma vez que ao ser adaptada para outro perfil de público, a mensagem sensibilizará um número maior de pessoas para aquele tema.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O que pretendi mostrar nesse artigo é que a socialização para fins profissionais, seja através da comunicação direta, pessoal, ou por meio do computador, requer experiência. É preciso entender o processo de formação das redes sociais na internet, não só a linguagem, mas também as suas regras, suas tendências, para que estratégias de comunicação dêem certo. O olhar do comunicador para o meio digital precisa distanciar-se daquilo que ele está habituado, precisa resgatar as suas formas pessoais de relacionamento. Ele precisa, acima de tudo, estar ambientado com esse meio para conseguir juntar o seu conhecimento de comunicação e convertê-la adequadamente para a interação online.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8770350861091029661-4904334860870528523?l=rpdaniela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rpdaniela.blogspot.com/feeds/4904334860870528523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2011/01/para-entender-dinamica-do-twitter-e-as.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/4904334860870528523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/4904334860870528523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2011/01/para-entender-dinamica-do-twitter-e-as.html' title='Para entender a dinâmica do Twitter e as práticas nas redes sociais'/><author><name>dani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01302862385705873250</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nIYIIRpvX4Y/Smj5lKathYI/AAAAAAAABFU/G8FQJMLQk50/S220/avatar.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8770350861091029661.post-5797387178187822850</id><published>2011-01-05T04:30:00.000-08:00</published><updated>2011-08-18T17:10:49.534-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Redes Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Orkut'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midiatismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mídias Sociais'/><title type='text'>Porque o Orkut não vai morrer tão cedo…</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;Relendo o texto publicado por&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.midiatismo.com.br/autores#dennis" style="color: #0090d1; text-decoration: none;" target="_blank" title="Conheça mais sobre Dennis Altermann"&gt;Dennis Altermann&lt;/a&gt;&amp;nbsp;sobre a “morte do Orkut”(&lt;a href="http://www.midiatismo.com.br/2010/11/o-orkut-vai-morrer-o-twitter-tambem.html" style="color: #0090d1; text-decoration: none;" target="_blank" title="Post &amp;quot;O Orkut vai morrer, o Twitter também...&amp;quot;"&gt;aqui&lt;/a&gt;) lembrei-me de alguns comentários feitos por palestrantes no “Get follow”, evento realizado na FABICO (UFRGS) este ano (&lt;a href="http://migre.me/3fwS0" style="color: #0090d1; text-decoration: none;" target="_blank" title="Mais informações sobre o evento"&gt;mais informações&lt;/a&gt;). Nessa ocasião, ao contrário do título do texto do Dennis que diz “O orkut vai morrer (…)” ouvi deles que o Orkut já estava morto, quando na verdade o Orkut está mais vivo do que nunca. O que está acontecendo de fato é que aqueles que estudam redes sociais estão migrando para outras redes.&lt;br /&gt;&lt;span id="more-4212"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;O que vejo é que, ao se manterem atualizados, esses “profissionais” vão abandonando as redes já “dominadas” e passando a explorar as recém surgidas, ou que ainda representam algum desafio em termos de estratégias. Assim, esquecem-se de que temos no Brasil muitas pessoas que ainda acessam a internet em Lan Houses e que estas, assim como várias outras que recém ingressaram na web, têm o Orkut como referência. Afinal, essa foi a primeira grande rede popularizada e é ela que, ainda, consegue reunir famílias, amigos, ex-colegas de escola e/ou de trabalho por ser uma mídia que não exige acompanhamento constante. É perfeito para quem acessa a internet esporadicamente, quando sobra um tempinho ou uns trocados. Prática sem sentido para o Twitter, por exemplo, ou para o Facebook, já que os dados da timeline não são tão fáceis de se resgatar depois de algumas horas, quem dirá depois de alguns dias, dada a sua característica “imediatista”.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;Além disso, vale lembrar que o Twitter, por exemplo, não deixa “marcada” tão fortemente a existência do usuário como o Orkut, onde ele tem um perfil “estático” que pode deixar propositalmente “rastros” para serem seguidos. Além do mais, o Twitter exige a produção de conteúdo e, como mostram as pesquisas de comportamento, a maioria dos internautas só consome e/ou repassa informações. Ok, para esses casos existe a chance do usuário seguir muitas pessoas e retuitar todas elas, mas isso não traria seguidores, nem capital social na rede, como a oferecida pelo Orkut, o que a tornaria desinteressante para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;No “Get Folow” defenderam o Facebook como substituto do Orkut. Realmente muitas pessoas têm migrado para essa outra rede. Contudo, a maioria delas não abandonou o perfil do Orkut. Isto porque é nele que as relações estão formadas, é lá que estão as comunidades em torno de algum tema de interesse pessoal, é onde os usuários já são milionários nos jogos disponibilizados pelo sistema e assim por diante. Ou seja, existem “n” motivos para que eles mantenham o seu perfil do Orkut, ainda que venham a participar de outras redes.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;Outro ponto negativo sob o ponto de vista dos usuários é a interface do Facebook, o qual tem praticamente todas as funcionalidades do Orkut, porém com uma linguagem que se assemelha a do Twitter, com a timeline, complicando a navegação do usuário inexperiente e o acompanhamento das ações dos seus “amigos”. Eles entram no Facebook com a lógica simples que aprenderam no Orkut e, obviamente, confundem-se e acabam desistindo.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;O que quero salientar com esse texto, não é que o Orkut terá vida eterna, muito menos que as pessoas nunca se adaptarão ao Facebook, por ele se utilizar de uma linguagem diferente. Mas que o Orkut tem a vantagem de ser o precursor no Brasil e, portanto, ter uma parcela de pessoas que se mantêm na sua base de dados para não perder contatos. Além disso, “ensinou” o usuário a “fuxicar” e interagir na web a sua maneira, popularizando-se de forma muito particular. A prova disso é o número de comunidades criadas a cada alteração do sistema, as quais têm aproximado a sua linguagem a do Facebook descontentando muitos dos seus usuários.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;Então, é claro que Orkut pode vir a morrer, mas discordo dos que afirmam que ele “já era” e pelos motivos antes mencionados, penso que o fim ainda esteja longe.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8770350861091029661-5797387178187822850?l=rpdaniela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rpdaniela.blogspot.com/feeds/5797387178187822850/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2011/01/porque-o-orkut-nao-vai-morrer-tao-cedo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/5797387178187822850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/5797387178187822850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2011/01/porque-o-orkut-nao-vai-morrer-tao-cedo.html' title='Porque o Orkut não vai morrer tão cedo…'/><author><name>dani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01302862385705873250</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nIYIIRpvX4Y/Smj5lKathYI/AAAAAAAABFU/G8FQJMLQk50/S220/avatar.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8770350861091029661.post-2449508907143102125</id><published>2010-12-14T04:50:00.000-08:00</published><updated>2010-12-14T04:50:58.874-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Twitter'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mídias Sociais'/><title type='text'>"Crie um diferencial" - Como atuar nas redes sociais</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Recentemente foi publicado no blog do Campi Digital um texto de Pablo Souza intitulado “Twitter corporativo: sou um “vendedor” chato ou atento ao meu público?” no qual ele fala sobre a atuação das empresas no Twitter [Leia o texto completo &lt;a href="http://migre.me/2VHuo"&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;].&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Escrevi um comentário sobre o texto dele aprofundando um dos pontos abordado e o texto ficou tão longo que resolvi publicá-lo aqui no blog.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O post antes mencionado é um excelente "guia" para os desorientados sobre como atuar nas mídias sociais, cada um dos pontos identificados no post do Pablo é fundamental para que uma empresa seja "pertinente" dentro das redes sociais. Entender a dinâmica e como o seu público-alvo interage ajuda a definir a estratégia, o que só é possível, obviamente quando se tem objetivos claros, o que vai permitir, conseqüentemente, que me mensure os resultados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entretanto, dentre esses pontos, o que destaco é aquele que nesse momento, em que todos querem o seu espaço na rede, acredito ser tão ou mais relevante do que os demais: “Crie um diferencial”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que se pode perceber ao visitar blogs, "Fan Pages" ou perfis de Twitter corporativos é que todos estão fazendo as mesmas coisas, e do mesmo jeito. Seja como um "Vendedor Chato" ou "atento ao público" poucos estão se preocupando, de fato, em fazer algo que os diferencie no meio virtual contribuindo para a sua reputação. Ora! Ser apenas “mais um” não trará qualquer vantagem para uma empresa em relação aos seus concorrentes. Pelo contrário, entendo que essa postura afastará os usuários tanto de uma quanto de outra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sendo assim, não adianta oferecer promoções para aumentar o número de seguidores ou de fãs, se fora do período promocional tudo o que a empresa tem a oferecer é "ofertas" como aquelas distribuídas em panfletos nas ruas ou que são afixadas nas paredes de um super mercado de bairro. Já em outros textos falei sobre isso, da tendência que as empresas têm de transpor as mesmas práticas "de sempre" para as redes sociais, o que é muito chato.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por esse motivo é importante "entender a dinâmica" desse ambiente, pois só assim será possível verificar o que já se faz, a fim de evitar ser repetitivo, e o que se pode fazer para neutralizar ações de concorrentes destacando-se e atraindo, assim, mais "seguidores", fãs ou visitantes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É claro que essa não é uma tarefa fácil, e por isso não é indicado colocar qualquer um para planejar e desenvolver esse trabalho. É preciso um profissional alinhado com os objetivos da organização e, além de tudo, experiente e responsável. Tarefa que pode ser realizada por uma terceirizada, e como mencionado pelo Pablo, sempre com um acompanhamento da própria empresa, a fim de garantir que o trabalho está sendo realizado de acordo com os objetivos que foram propostos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8770350861091029661-2449508907143102125?l=rpdaniela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rpdaniela.blogspot.com/feeds/2449508907143102125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2010/12/crie-um-diferencial-como-atuar-nas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/2449508907143102125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/2449508907143102125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2010/12/crie-um-diferencial-como-atuar-nas.html' title='&quot;Crie um diferencial&quot; - Como atuar nas redes sociais'/><author><name>dani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01302862385705873250</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nIYIIRpvX4Y/Smj5lKathYI/AAAAAAAABFU/G8FQJMLQk50/S220/avatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8770350861091029661.post-3523665267955272368</id><published>2010-12-02T03:08:00.000-08:00</published><updated>2010-12-02T03:34:57.845-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Relações Pùblicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='#DiadoRP'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='As Relações Públicas'/><title type='text'>Ser Relações Públicas é...</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;No que exatamente implica “ser Relações Públicas”, o que podemos e o que temos que comemorar no dia dois de dezembro? Pois bem, vou dizer que devemos comemorar essa nova geração de Relações Públicas que tem encontrado nessa profissão o caminho para tudo o que sempre esperaram ser, mas que até então não era valorizado por ter esse nome “RP” agregado a valores que o estigmatizavam. O RP que serve o cafezinho, atende o telefone e faz a recepção durante o estágio e que depois de formado faz eventos está com os dias contados. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Hoje essa categoria de profissionais, ou em formação (como no meu caso) entendem o caráter estratégico por de trás das ações de comunicação; e que essas estratégias vão muito além de um evento, e que podem passar, e de fato passam, pela reunião em que o café é servido, a pessoa que faz esse trabalho, assim como a que atende ao telefone e recepciona os convidados. Ou seja, a visão do profissional do Relações Públicas deve ser holística e ao mesmo tempo específica para que ele consiga traçar os caminhos mais seguros para atingir os objetivos a que se propôs.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;É claro que ainda nos deparamos com limitações em muitas empresas, pelo fato de seus administradores não terem ainda compreendido onde e como os Relações Públicas atuam. O fato de este profissional ser “gestor da comunicação”, e da qualidade do seu trabalho depender da participação deste no nível de decisões estratégicas da empresa, tende a gerar certo desconforto por parte da gerência comercial (digamos assim) que sente sua posição ameaçada. Entretanto, cabe aos Relações Públicas ter um posicionamento mais claro, visando esclarecer essas confusões. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Afinal o que queremos é, a partir da comunicação estratégica, oferecer as melhores condições de relacionamento da empresa com os seus públicos e conduzir a projeção de uma imagem que seja mais do que satisfatória, que amplie as oportunidades da empresa. Esse posicionamento pode ser desenvolvido a partir de qualquer parte da organização, mas só será completo, e assim eficaz, se alinhado às demais decisões estratégicas desta organização, que é o que a querida RP Margarida Kunsch propõe com a comunicação integrada, por exemplo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;E para finalizar, um pouco de “estória”...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Quando ingressei no curso de Relações Públicas, não tinha noção de todo o potencial que poderia ser explorado nessa área. Apesar disso, com uma vaga noção, prestei vestibular e passei a defender as Relações Públicas. A cada disciplina, ao conhecer um pouco mais da profissão através de cada um dos professores, fui me apaixonando de tal forma que hoje não me vejo fazendo outra coisa. Parece que nasci para ser Relações Públicas e me orgulho muito da escolha que fiz. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A minha luta agora é, como a dos demais estudantes e profissionais já formados, fazer as “Relações Públicas” (trabalho) das “Relações Públicas” (profissão) para que ela continue ganhando espaço e suas atividades sejam compreendidas. E só nós podemos fazer isso, sendo profissionais merecedores de crédito e procurando educar pessoas e organizações para esse entendimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;E, finalmente: que o 02/12 seja um dia maravilhoso para todos os Relações Públicas!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;:)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8770350861091029661-3523665267955272368?l=rpdaniela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rpdaniela.blogspot.com/feeds/3523665267955272368/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2010/12/ser-relacoes-publicas-e.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/3523665267955272368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/3523665267955272368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2010/12/ser-relacoes-publicas-e.html' title='Ser Relações Públicas é...'/><author><name>dani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01302862385705873250</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nIYIIRpvX4Y/Smj5lKathYI/AAAAAAAABFU/G8FQJMLQk50/S220/avatar.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8770350861091029661.post-6534647072060817999</id><published>2010-11-04T12:07:00.000-07:00</published><updated>2011-08-18T17:12:10.674-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marketing'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relacionamento com o Cliente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midiatismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mídias Sociais'/><title type='text'>Você está preparado para a socialização?</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro texto publicado no Midiatismo (&lt;a href="http://www.midiatismo.com.br/2010/10/voce-esta-preparado-para-a-socializacao.html?utm_source=feedburner&amp;amp;utm_medium=twitter&amp;amp;utm_campaign=Feed:+Midiatismo+(Midiatismo)"&gt;mais...&lt;/a&gt;). Esse falando um pouco mais de como a teoria pode contribuir para a prática, profissionalizando o uso das mídias sociais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segue o texto na íntegra:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há quem despreze a teoria, considerando que ela toma um tempo precioso do profissional que poderia ser utilizado para a prática com os seus erros, acertos e aprendizagem proporcionada. Porém, quanto mais tenho contato com teóricos, percebo que por serem embasados pela teoria têm uma visão muito mais ampla da realidade compreendendo de forma magnífica o modo como a “máquina” e suas engrenagens funcionam e como melhor explorá-las.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando se fala em ações que visam à reação de pessoas, essa questão se torna ainda mais evidente. O estudo do comportamento humano, da formação da sua opinião, das suas interações sociais, por exemplo, foram demasiadamente exploradas desde a Antigüidade. De lá pra cá, formaram-se muitas vertentes de pensamentos e teorias foram aprofundadas e muitos conceitos caíram por terra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, de posse desses dados, o profissional que pretende intervir ou participar socialmente de um grupo a fim de compreender e atender as suas necessidades, certamente terá mais condições do que aquele que trabalhará com a técnica de erro e acerto. Principalmente porque a tendência é que as pessoas afetadas não dêem uma “segunda chance” para retratações. Esta postura está prevista em estudos e, diga-se de passagem, custará “simplesmente” a reputação daquilo que esse profissional estiver representando, seja ele próprio ou a empresa para quem trabalha.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Trazendo essa discussão para o meio virtual e, principalmente, a inserção das organizações nas redes sociais, percebo cada vez mais o diferencial que noções teóricas podem oferecer. O fato é que as redes sociais sempre existiram, a novidade consiste na socialização por meio da tecnologia, mediada pelo computador e pela Internet. Ora! Pensando por essa lógica, não será possível descartar todo conhecimento construído ao longo do tempo em conseqüência de um novo meio de se socializar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que quero dizer é que dominar ferramentas e compreender a dinâmica prática das redes sociais não fará de um profissional, por si só, capaz de planejar ações que sensibilize pessoas, muito menos de estabelecer níveis ideais e favoráveis de relacionamento entre pessoas e uma organização. Entendo que é preciso bagagem teórica para desenvolver um bom trabalho em nível estratégico. Especialmente nas áreas em desenvolvimento como é o caso das mídias sociais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E aí, você está preparado para a socialização?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8770350861091029661-6534647072060817999?l=rpdaniela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rpdaniela.blogspot.com/feeds/6534647072060817999/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2010/11/voce-esta-preparado-para-socializacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/6534647072060817999'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/6534647072060817999'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2010/11/voce-esta-preparado-para-socializacao.html' title='Você está preparado para a socialização?'/><author><name>dani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01302862385705873250</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nIYIIRpvX4Y/Smj5lKathYI/AAAAAAAABFU/G8FQJMLQk50/S220/avatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8770350861091029661.post-656441132279013224</id><published>2010-10-28T04:52:00.000-07:00</published><updated>2011-08-18T17:12:50.998-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Twitter'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midiatismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mídias Sociais'/><title type='text'>Seu twitter na freqüência certa</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;Recentemente escrevi um texto comentando a questão da freqüência de posts via twitter e como equilibrar a presença online. Esse texto foi publicado no blog Midiatismo (&lt;a href="http://migre.me/1xUKh"&gt;Acesse...&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Segue o texto na íntegra:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;Recentemente iniciei um trabalho junto a uma ONG – que considero de certa forma experimental, ainda que esteja encarando-o com muita seriedade. Essa atividade, que é realizada via Facebook e Twitter, requer mais do que contato e relacionamento, exige que a cada post seja transmitida uma mensagem de conscientização às pessoas conectadas àquela rede. A partir disso comecei a pensar sobre a freqüência e o tom dessas mensagens, quais as palavras que devem ser usadas, de forma que o perfil seja despojado (próprio dessas redes) e engajado (próprio de quem defende um causa). A questão parece simples, mas não é.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 21px;"&gt;&lt;span id="more-2618"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;Estar nessas mídias sociais implica a busca por visibilidade. A disputa por espaço exige que se mantenha uma freqüência de posts para estar constantemente na timeline de quem segue, acompanha o perfil. Porém, as pessoas se chateiam quando não conseguem ver nada além das suas intervenções na rede. De fato muitas pessoas ainda seguem poucas pessoas no Twitter e Facebook, ou seguem pessoas não muito ativas. Essa característica faz toda a diferença quando se pensa em quantidade versus qualidade. Qual é a medida certa afinal? Como fazer para que o seu público não o ignore, não deixe de seguí-lo, ou como não sumir na timeline daqueles que têm suas redes em plena atividade?&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;Pensando nisso, como uma futura Relações Públicas, sei que o foco no relacionamento é prioridade, que conhecer o público é essencial. Mas, se existem as diferenças antes mencionadas, torna-se muito tênue a linha que nos aproxima ou nos afasta de um público e, se todos estão “misturados” na rede e não há como particularizar essas intervenções, a solução fica cada vez mais complexa.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 21px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;Tenho observado que essa relação depende do grau de envolvimento da pessoa com a causa das páginas e twitters que ela acompanha, ou seja, a sua motivação. Por exemplo: existem aquelas pessoas que seguem um perfil do twitter para mostrar aos outros que ela tem bom gosto, ou que concorda com aquela idéia. São elas que têm menos atividades e podem incomodar-se com a quantidade de informações vinda de um dos seus contatos. Em outras situações, existem aquelas que acompanham pessoas ou empresas por total identificação e estão envolvidas com aquelas idéias, querem interagir e participar.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;Diante dessa descrição, parece surgir uma solução óbvia: que o que interessa é interagir com essas pessoas que estão motivadas pela identificação e que esperam/almejam participar. Entretanto, quando lidamos com uma causa, como os ideais de uma organização não governamental, por exemplo, precisamos ir além das pessoas que já são “simpáticas” a causa, precisamos atingir também aqueles que não se identificam, que não se engajam, pois são eles que precisam ser conscientizados.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;Como podem ver, essa é uma discussão sem previsão de término. Pesquisando nos blogs que tratam de mídias sociais, percebi que esse tema não é muito abordado, mas ainda não identifiquei o porquê. Será que estamos pulando uma etapa ao inserir um perfil no twitter, pensar em textos relevantes, querer atrair seguidores e causar algum impacto na rede sem pensar em como isso deve ser feito ou, o que as pessoas esperam de fato? Continuarei a busca por essas respostas.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 21px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8770350861091029661-656441132279013224?l=rpdaniela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rpdaniela.blogspot.com/feeds/656441132279013224/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2010/10/seu-twitter-na-frequencia-certa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/656441132279013224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/656441132279013224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2010/10/seu-twitter-na-frequencia-certa.html' title='Seu twitter na freqüência certa'/><author><name>dani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01302862385705873250</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nIYIIRpvX4Y/Smj5lKathYI/AAAAAAAABFU/G8FQJMLQk50/S220/avatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8770350861091029661.post-422984411708315149</id><published>2010-10-04T11:57:00.000-07:00</published><updated>2010-10-04T11:58:28.407-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mídias Sociais'/><title type='text'>O Evento Getfollow</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A palestra realizada no dia 10 de junho teve como proposta apresentar experiências de profissionais atuantes no mercado com as ferramentas de socialização disponíveis hoje na internet, as tão faladas “redes sociais mediadas por computador”. Para o debate, foram convidados Maíra Rolim, da agência Boca, Fábio Bebber, da MyImage e Caroline Schiafino Andreis, da Babushka. Além dos seus cases de sucesso, o que também impressionou no evento, foi a idade dos palestrantes, todos muito jovens. O que parece ser um pré-requisito para o sucesso nessa área: juventude e criatividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que pude observar na exposição de cada um deles é que o foco das ações com as quais obtiveram sucesso foi a criatividade e o domínio das possibilidades das ferramentas. No projeto apresentado pela Caroline, o que eles conseguiram com as redes sociais foi “principalmente” identificar fãs do produto, os quais passaram a segui-los no Twitter, enquanto que o blog e o Flickr eram visitados pelos artistas que participaram do projeto. O grande feito do case que ela nos apresentou foi o espaço que abriram aos artistas que participaram do projeto. Ao publicarem as fotos e textos no blog e no Flickr do produto, os artistas também ajudaram a propagar a ação através das suas redes sociais, incluindo blogs, conseguindo inclusive pauta na mídia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que dizer então das ações apresentadas pela Maíra? Não se pode negar o poder agregado com as ferramentas utilizadas via internet. Contudo, ficou evidente a genialidade da campanha que priorizou o relacionamento, não apenas com o seu público alvo, mas dedicando muito dos seus esforços aqueles que são formadores de opinião. A idéia é envolvê-los de tal forma que eles contribuam para a propagação das campanhas voluntariamente. “Genial” foi a palavra usada por Maíra todas as vezes que ela explicava o motivo do sucesso. “A rede é usada inicialmente para criar um vínculo, ter acesso à determinada pessoa. Depois, não custa nada pegar o telefone para ligar ou marcar um encontro para conversar” – diz a palestrante. Ou seja, os acessos foram realizados pelas redes, mas foi na materialização das ações que eles conseguiram atingir e envolver o seu público-alvo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu que vinha de experiências bem ruins quando o assunto era o uso das redes sociais como estratégias de comunicação, presenciei um excelente evento, com evidências do que se faz competentemente com essas ferramentas. O que guardei como mais importante sobre o que os palestrantes expuseram, foi o fato de que é preciso estar atento às oportunidades e que as nossas redes sociais, sejam elas mediadas por computador ou não, precisam ser constantemente atualizadas para que consigamos identificar os espaços que venham a nos beneficiar nas práticas comunicativas com o nosso público alvo. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8770350861091029661-422984411708315149?l=rpdaniela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rpdaniela.blogspot.com/feeds/422984411708315149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2010/10/o-evento-getfollow.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/422984411708315149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/422984411708315149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2010/10/o-evento-getfollow.html' title='O Evento Getfollow'/><author><name>dani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01302862385705873250</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nIYIIRpvX4Y/Smj5lKathYI/AAAAAAAABFU/G8FQJMLQk50/S220/avatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8770350861091029661.post-4003667216781255915</id><published>2010-10-02T09:56:00.000-07:00</published><updated>2010-10-02T10:04:39.511-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Relações Pùblicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='As Relações Públicas'/><title type='text'>Sobre a 6ª SamPro: palestras realizadas na FABICO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em geral considero a área de Marketing Promocional como uma função adjacente a das Relações Públicas. Reconheço a importância do acompanhamento por parte desse profissional, mas considero a função limitada demais para ser pensada em separado diante do planejamento como um todo. Dessa forma, fui para a apresentação sem muita idéia de como seria essa dinâmica, uma vaga noção sobre o tema me fez acreditar que das duas uma: ou a palestra seria apresentada por Administradores e Marketeiros explanando melhor a área de promoção para que nos situássemos nesse campo, ou por Relações Públicas que apresentariam um case completo mostrando como articular as ações incluindo a promoção. Por fim, para a minha surpresa, foram apresentadas apenas ações promocionais ou, como no caso da primeira apresentação, uma história de empreendedorismo da Mazah que se sobrepôs, em minha opinião, a questão de promoção de vendas e a relação com a comunicação por assim dizer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto, o discurso utilizado pelos painelistas Alexandre Godoy e Patrícia Correa reforçou a idéia que tenho de que a função do Relações Públicas vai além de pensar em ações finais de um plano de comunicação. No case apresentado pela Patrícia, acredito que o objetivo “RP” se perdeu por completo, uma vez que ele foi improvisado, devido as circunstâncias é compreensível, e nitidamente sem foco. Pensando no quanto estudamos comunicação planejada e dirigida, senti-me desconfortável com a idéia de uma ação “de Relações Públicas” que inclui distribuição de panfletos, brindes como protetores labiais e acessórios para chimarrão como forma de aumentar as vendas ou reforçar a marca. Para completar, a intervenção no Bistrô, o oferecimento de bebida liberada como forma de aproximação do plano de telefonia. Essa última até com certo grau de relevância. Entretanto, imagino se eu estivesse num restaurante e recebesse esse tipo de abordagem, será que eu mudaria de operadora por conta desse apelo? Creio que não. Existem tantos outros fatores envolvidos na escolha de um serviço de telefonia que certamente uma ação como essa não faria com que alguém decidisse mudar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, existe um problema maior relacionado à queda nas vendas e é provável que a “Up Time” tenha conhecimento disso e esteja pensando no conjunto de ações que pode reverter esse quadro. Porém, o acesso que nos foi dado ao case o tornou pequeno diante do que a nossa área pode produzir. Ao contrário da terceira apresentação, a qual foi iniciada com a palavra chave para ações de relações públicas: solução. A promoção é o resultado, aquilo que chega ao público, e Relações Públicas devem trabalhar nos bastidores, entender o problema, buscar a solução, planejar as ações, dentre as quais está incluída a promoção. Iniciar a apresentação falando em “como solucionar um problema” foi muito mais significativo do que mostrar a ação em si. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de não ter assistido essa última apresentação até o final, até onde pude acompanhar, ele foi o que mais deu a real noção do que deve impulsionar um RP para o marketing: por conhecer o público alvo, estamos aptos a pensar naquilo que pode atingi-lo e, se não o conhecemos, podemos estudá-los, somos treinados para isso e por esse motivo somos capazes de pensar em soluções com essa finalidade.  Não é à-toa que os Relações Públicas são reconhecidos como “apagadores de incêndios”, essa fama se deve ao fato de que conhecemos os caminhos para identificar o foco de problemas e, assim, solucioná-los.  A perda de mercado numa determinada região não pode ser resolvida com exposição e visibilidade de uma marca. Penso, inclusive, que esse recurso pode vir a piorar a situação, caso o motivo da migração dos clientes para outra marca estiver relacionada à imagem dessa empresa. Daí  importância de conhecer os motivos antes de partir para as ações. Conseqüentemente, foram estratégias e impressões desse nível que faltaram para complementar o conteúdo desse evento.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8770350861091029661-4003667216781255915?l=rpdaniela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rpdaniela.blogspot.com/feeds/4003667216781255915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2010/10/sobre-6-sampro-palestras-realizadas-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/4003667216781255915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/4003667216781255915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2010/10/sobre-6-sampro-palestras-realizadas-na.html' title='Sobre a 6ª SamPro: palestras realizadas na FABICO'/><author><name>dani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01302862385705873250</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nIYIIRpvX4Y/Smj5lKathYI/AAAAAAAABFU/G8FQJMLQk50/S220/avatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8770350861091029661.post-13457377355081231</id><published>2010-10-01T13:52:00.000-07:00</published><updated>2010-10-01T13:53:07.988-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ética e RP'/><title type='text'>O código de Ética das Relações Públicas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Muitos autores definem o código de ética como um guia para o comportamento ético, através dos quais se estabelece um padrão de conduta, uma disciplina para as ações dentro das organizações. Entretanto, o que se percebe no código de ética das Relações Públicas, é que ele preocupa-se muito mais em delinear um comportamento ideal para a prática da profissão do que num estabelecimento normas a serem seguidas. Essa característica conflita em muitos aspectos na atuação do profissional no segundo setor. Entendo que ele tenha sido desenvolvido a partir de uma visão focada na empresa “pública” onde prudência, integridade, responsabilidade combinam perfeitamente com a transparência exigida no código.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já na terceira sessão do código é trazida a questão do profissional com o empregador. Nesse artigo, coloca-se a necessidade de o relações públicas respeitar as normas da organização em que trabalhar desde que esta não infrinja o código. As organizações inseridas no mercado, como capitalistas que são, infringem praticamente todas as regras estabelecidas, mas citemos aqui aquela que parece a mais recorrente sempre que se fala em ética nas relações públicas: a transparência. Como uma empresa que tem concorrentes e investidores pode ser tão transparente sem afetar as suas estratégias comerciais? Como um profissional de relações públicas pode ignorar essa fatia do mercado para trabalhar seguindo esse princípio? Será que devemos nos restringir ao trabalho em empresas do primeiro setor (lutando pela transparência) ou do terceiro setor, em que a transparência é ponto fundamental para a sua credibilidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta a essas perguntas pode ser, sem sombra de dúvidas, “não”, visto que ao longo da formação somos orientados a atender empresas comerciais, e identificamos a nossa relevância nesse setor. Além disso, mais adiante no código, deparamo-nos com um artigo que o RP deve guardar sigilo das ações que lhes forem confiadas (...) e que não poderá ser obrigado a revela-los se forem lesivos aos seus clientes ou empregadores. Isso gera um conflito: se devemos a transparência e ela prejudica estratégias ou revela deficiências de vital importância frente a concorrência, a qual dos artigos devemos seguir?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O código de ética não é claro em muitos aspectos, deixando muitas vezes uma lacuna para interpretações. A impressão que se tem é que ele foi escrito com os mesmos princípios das leis brasileiras, de forma não específica, não muito clara, quase nada objetiva, o que tira a credibilidade e fica parecendo muito mais um documento para aparentar organização, do que um código capaz de ser seguido e formar um padrão. Aliás, vejo no código muito o “padrão RP” de parecer ideológico, pouco prático, não adequado às características do mercado brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o ideal do código é ser praticado, acredito que deveria passar por reformulações que evidenciassem as práticas de Relações Públicas como a que enfrentamos no mercado de trabalho. Isso facilitaria posicionamento da profissão e a defesa do espaço do profissional. Se o que estivesse escrito fosse mais próximo da realidade, se fosse mais realizável, certamente facilitaria o trabalho do conselho na fiscalização. Nesse sentido, entendo que uma reformulação contribuiria para o fortalecimento da categoria. No que se refere ao código internacional, creio que o nível de aplicabilidade o código seja semelhante ao do Brasil, diferenciando apenas pela questão de mercado. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8770350861091029661-13457377355081231?l=rpdaniela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rpdaniela.blogspot.com/feeds/13457377355081231/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2010/10/o-codigo-de-etica-das-relacoes-publicas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/13457377355081231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/13457377355081231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2010/10/o-codigo-de-etica-das-relacoes-publicas.html' title='O código de Ética das Relações Públicas'/><author><name>dani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01302862385705873250</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nIYIIRpvX4Y/Smj5lKathYI/AAAAAAAABFU/G8FQJMLQk50/S220/avatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8770350861091029661.post-5921653775381677379</id><published>2010-08-02T13:34:00.000-07:00</published><updated>2010-11-05T11:27:12.355-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relacionamento com o Cliente'/><title type='text'>"Técnicas de Atendimento" na rede!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ok. Eu não vou citar nomes, mas preciso dizer uma coisa: como é sem propósito o sistema de "Atendimento ao cliente" que se diz fazer "relacionamento". Eu trabalhei numa empresa de telemarketing que se dizia "Contact Center" e não "Call Center". Tudo porque entrava em vigor uma prática muito bonita entre as empresas de atendimento ao cliente chamada "Relacionamento". Nessa época aprendi questões básicas, do tipo: nunca deixe o telefone tocar mais de duas vezes, dirija-se ao cliente falando o nome dele para mostrar envolvimento e personalizar o atendimento e, o principal: não deixe uma pergunta sem resposta. Às perguntas "entendia-se" também as críticas e sugestões que nos fossem feitas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pois bem, quatro anos depois, já tendo passado por todos os canais de atendimento, eu dominava todas essas técnicas e tantas outras. E por conhecimento de causa: mesmo que todos os atendentes de lá fossem como eu, nem assim teríamos um "relacionamento com o cliente". O motivo é muito simples: responder a todas as questões, chamá-lo pelo nome pode, num primeiro momento dar idéia de um bom atendimento. Porém, isso não anula o fato de que responder não é contentar, compreender, não é resolver. E mesmo que o contentássemos, e mesmo que resolvêssemos a questão dele, ao desligar o telefone, ao encerrar o chat ou ao enviar o e-mail, aquele cliente, cujo nome foi tantas vezes repetido "caía no limbo". Esquecíamos dele e partíamos para o próximo, e o próximo e o próximo...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com as redes sociais mediadas por computador - Sim! Era aqui que eu queria chegar - muitas empresas estão se fazendo notar nesses espaços, algumas com muita criatividade, tenho que reconhecer, muitas delas sem sequer saber por que, mas... O que quero mesmo dizer é que, tem muitos "produtores de conteúdo online" tentando aplicar técnicas de atendimento com a nítida intenção de parecer "relacionamento com o cliente". Entretanto, de uma forma muito desastrada. Agora cito meu exemplo: um site sendo alimentado com conteúdo profissional: beleza! Vincula-se esse blog ou portal a uma conta no Twitter e passa-se a divulgar o conteúdo. Até aqui tudo certo. Mas, as redes requerem interação então, quando recebem uma crítica, respondem particularmente ao usuário "Obrigado Daniela pelo feedback. Vamos trabalhar e melhorar o nosso canal de comunicação."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essa foi uma resposta a uma reclamação pública. Lendo a mensagem lembrei dos meus tempos de call center. Esperei dois minutos e tive a certeza: a prática de repetir constantemente as mesmas informações em pouquíssimo tempo no Twitter persistiu. Ou seja: meu nome foi citado para insinuar uma aproximação, minha mensagem não foi “lida” ela foi identificada como reclamação e, dessa constatação, saiu a resposta automatizada. Nada mudou, não houve preocupação com a crítica, mas a reposta foi dada. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acredito que esse tratamento não veio de um “comunicador” (espero). A situação poderia ter sido tratada de forma diferente, justificada ou ignorada se julgasse absurda. Mas uma resposta dessas? É o mal de achar que qualquer um pode administrar contas nessas novas redes. Uma questão muito importante para se pensar, mas quem vai avisar o “gestor”?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8770350861091029661-5921653775381677379?l=rpdaniela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rpdaniela.blogspot.com/feeds/5921653775381677379/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2010/08/ok.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/5921653775381677379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/5921653775381677379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2010/08/ok.html' title='&quot;Técnicas de Atendimento&quot; na rede!'/><author><name>dani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01302862385705873250</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nIYIIRpvX4Y/Smj5lKathYI/AAAAAAAABFU/G8FQJMLQk50/S220/avatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8770350861091029661.post-5418872302027265792</id><published>2010-06-09T15:42:00.000-07:00</published><updated>2010-06-09T15:44:01.962-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mídias Sociais'/><title type='text'>A revolução das Mídias Sociais</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;André Telles é Publicitário, tem pós-graduações e especializações em várias universidades. Autor de livros como Social Media Marketing, o Orkut.com, Geração Digital e do que ainda será lançado: A revolução das Mídias Sociais. Vejo-o como mais um entusiasta das redes sociais que contagia os estudantes da área de comunicação que sonham com o trabalho perfeito, realizado de casa, sendo bem pago, dependente única e exclusivamente de contatos on-line e da criatividade deliberada. Numa de suas entrevistas, o publicitário diz que vê nas redes sociais mediadas por computador fonte infinita de possibilidades transformadoras para a educação e afirma que o Twitter, por exemplo, é a sua fonte de informação e que o utiliza frequentemente para se atualizar - "a cada segundo".&lt;br /&gt;Todo esse entusiasmo com as novas mídias e, principalmente com as redes sociais, deixa uma lacuna no que diz respeito ao verdadeiro papel do comunicador, principalmente de quem trabalha com a educação e a comunicação: onde fica a interação com o mundo real? Na última semana Porto Alegre sediou o Abrapcorp, congresso de comunicação da área de Relações Públicas, ocasião em que em muito dos espaços foram discutidas as redes sociais mediadas por computador. Em todos eles havia professores e alunos com os seus laptops ou celulares "interagindo" com o "mundo externo". E o pesquisador ou estudante a sua frente, o universo acadêmico a sua volta, será que foram ouvidos? Acessando o Twitter de algumas dessas pessoas, depois do evento, percebi que praticamente todas estavam utilizando a ferramenta no momento das discussões para "cobrir" o evento, twittando “a cada segundo" o que estava sendo dito ou questionado durante as palestras. Ora! O que esse indivíduo pode refletir sobre as discussões servindo de mediador, se enquanto ouvia, digitava, atualizava, respondia aos demais colegas que estavam on-line e também estavam "interagindo", mediando outras ações de outros pontos, de outras cidades?&lt;br /&gt;Quem já tentou conversar com alguém, seja ao telefone ou pessoalmente, ao mesmo tempo em que trocava mensagens com outras pessoas via msn, ou atualizava o orkut, o blog, ou o que quer que seja que esteja diante da tela do computador sabe que aquela telinha brilhante seduz o olhar de tal forma, que a cada mudança de cor, de pop-up que se abre, janelinhas de aviso, embarcamos numa viagem pelo ciberespaço e o mundo real fica (...) no aguardo do nosso regresso. Sente-se cinco minutinhos em frente ao computador para enviar um e-mail e visitar o orkut para verificar as atualizações dos amigos, procure apenas saber o que eles mudaram nas últimas horas, coisa rápida. Em cinco minutos você estará navegando por sites indicados, visitará a página de um amigo de [LUTO] para saber quem da família dele morreu, comentará em fotos publicadas, inevitavelmente entrará em alguma discussão que esteja fervilhando no twitter; sim, porque você não pôde evitar e já o acessou pelo link de um amigo do orkut. Quando der por conta, terão se passado mais de meia hora, se estiver atrasado, você terminará o que começou, mais dez minutos irão se passar e quando você desligar o computador lembrará: "Puxa vida! Esqueci de olhar aquele e-mail!".&lt;br /&gt;É por isso que professores não aprovam o uso de computadores em salas de aula, mesmo nas aulas de "informática", em que alguns professores solicitam que os monitores sejam desligados, porque eles sabem que a alma desprende-se do corpo como que num piscar de olhos, muitas vezes não intencionalmente, e que só negando o acesso é que ele terá a sua audiência atenta ao que está sendo tratado. E como você se sentiria se o palestrante a que você assiste interrompesse o discurso para atualizar suas interações on-line, ou resolvesse contar para os seus amigos no twitter que estava palestrando? Isso já acontece (é a revolução das mídias!), e não é interessante ver a narrativa ser interrompida porque a alma saiu do corpo daquele que está de pé, a sua frente!&lt;br /&gt;O estudo da comunicação tem como papel compreender os modos de comunicar, as interações como um todo. As redes sociais mediadas por computador devem ser notadas, utilizadas como ferramentas alternativas, mas a vida de um comunicador não pode ser resumida ao estudo dessas mídias. Não encontrei um estudioso das novas formas de interação mediada que não fosse um twitteiro rendido aos domínios do ciberespaço; os olhos deles brilham ao se falar em novas tecnologias desse tipo e eles precisam desesperadamente twittar as novas descobertas: o que se discute, o que se passa a sua volta. Entendo a necessidade de estudiosos nessa área, o que pode ser feito, sim, com certo distanciamento. Além disso, a nossa área necessita, antes dos meios, da teoria que provê o raciocínio e o pensamento, o que dizer frente aos nossos públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8770350861091029661-5418872302027265792?l=rpdaniela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rpdaniela.blogspot.com/feeds/5418872302027265792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2010/06/revolucao-das-midias-sociais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/5418872302027265792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/5418872302027265792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2010/06/revolucao-das-midias-sociais.html' title='A revolução das Mídias Sociais'/><author><name>dani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01302862385705873250</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nIYIIRpvX4Y/Smj5lKathYI/AAAAAAAABFU/G8FQJMLQk50/S220/avatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8770350861091029661.post-3437527511271605448</id><published>2009-10-22T09:01:00.000-07:00</published><updated>2010-06-09T15:45:33.589-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Relações Pùblicas'/><title type='text'>Tem alguém fazendo o meu trabalho!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Poucas pessoas sabem explicar com precisão o que é, o que faz e como deve ser encarado o trabalho de um Relações Públicas dentro de uma empresa. Mesmo aqueles que, como eu, estão dando os seus primeiros passos, seja como profissional ou como acadêmico, mesmo tendo escolhido essa profissão, ficam algumas dúvidas sobre essa questão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Academicamente falando, existem diversas teorias e recomendações dadas pelos mestres e doutores da área. A principal delas  é a de que existe no mercado muito campo de trabalho, mas que, por não ser essa profissão muito compreendida, os nossos cargos estão sendo ocupados por outras pessoas, muitas vezes que sequer têm entendimento de que estão exercendo as funções de Relações Públicas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pablo Alejandro Fabian, Relações Públicas e professor da UFRGS, costuma dizer que as Relações Públicas equivalem a engenharia da comunicação, na qual o profissional precisa se valer de grande visão estratégica, analisar todas as possibilidades, recursos e dificuldades de uma organização, as limitações e etc. para então articular um plano a ser aplicado de forma a garantir a viabilidade das ações dessa organização atingindo seus objetivos, garantindo o sucesso dessas ações.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Da minha experiência profissional, entendo que a comunicação é a base de qualquer administração e, sem ela, ou quando ela não é conduzida de forma organizada, pensada por um profissional, os resultados tendem ao fracasso, ou simplesmente desmerecem os esforços e os investimentos empreendidos pela organização, visto que todos esses esforços só serão valorizados pelos públicos alvos quando estes forem devidamente comunicados de tais ações e do porquê de elas estarem sendo realizadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitos empreendedores preocupam-se em manter uma instituição de forma a valorizar todos os colaboradores, por exemplo, preocupando-se com o bem estar e com a satisfação destes com a organização, propiciam benefícios, trabalham com ginástica laboral no ambiente de trabalho, oferecem opções de lazer e convivência dentro da empresa, mas esquecem-se de que para que essas ações sejam reconhecidas e trabalhe a auto-estima dos colaboradores, eles precisam ser informados de cada passo, a fim de que não se gere desconforto entre os trabalhadores, com essas ações. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Exemplo: para aplicar ginástica laboral dentro de uma organização, um especialista precisará coletar dados e características de cada funcionário. Ainda que o colaborador questione esse profissional dos motivos daquela entrevista, e este explique o trabalho que será realizado, e passe todas essas informações aos seus colegas, se não houver um pronunciamento direto da supervisão direta, e quanto maior o cargo, mais confiável será esse pronunciamento, sempre haverá dúvidas quanto a essa ação e em conseqüência disso boatos podem surgir e a idéia de perseguição e aspectos negativos surgirem prejudicando o entrosamento e o comprometimento da equipe com a produção.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A comunicação precisa ser pensada pela administração e proposta a todos os públicos envolvidos de forma que as ações decorrentes dos planos e estratégias da organização pareçam ou, na melhor das hipóteses, que sejam, definidos pelos que irão diretamente se beneficiar ou de quem ela vá diretamente depender para ser executada com sucesso. Por esse motivo, mesmo que a empresa esteja oferecendo um benefício aos seus colaboradores, ela precisa comunicá-los de forma institucional, a fim de valorizar e fazer entender essa ação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ponto fundamental dos exemplos aqui mencionados, e que faz toda diferença quando se tem um profissional da comunicação trabalhando, é que toda a estratégia pensada pela administração deve ser "o que queremos?", de posse dessa questão, desse esclarecimento, cabe ao Relações Públicas verificar junto ao público envolvido se esses resultados são possíveis, como os atenderá, se é o que eles precisam ou como esses resultados poderão ser alcançados. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Somente mediante essa avaliação, o profissional envolver-se-á com o público envolvido, consultando-o e, junto com ele, encontrará o caminho mais seguro e acertado para atingir aqueles resultados esperados pela administração e somente ele, por ter interagido e estudado o público em questão, poderá dar essas respostas, aplicar as ações corretamente articulando todas elas de forma adequada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa é a diferença de um profissional nas Relações Públicas cuidando dos interesses de uma organização e um administrador tomando decisões, delegando tarefas isoladas a pessoas de setores não específicos acreditando que no final obterá os resultados esperados. Os administradores e diretores das organizações precisam entender que sem conhecer o seu público e sem articular todas as ações que o afetem, todo e qualquer investimento e esforço será em vão. E esse é mais um dos desafios que os profissionais das Relações Públicas têm ao ingressarem no mercado de trabalho, compreender intimamente a sua função dentro de uma empresa de modo a exercê-la por completo e sem restrições dentro de uma organização, não deixando para qualquer outro profissional o trabalho que é seu por excelência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8770350861091029661-3437527511271605448?l=rpdaniela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rpdaniela.blogspot.com/feeds/3437527511271605448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2009/10/tem-alguem-fazendo-o-meu-trabalho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/3437527511271605448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8770350861091029661/posts/default/3437527511271605448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rpdaniela.blogspot.com/2009/10/tem-alguem-fazendo-o-meu-trabalho.html' title='Tem alguém fazendo o meu trabalho!'/><author><name>dani</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01302862385705873250</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_nIYIIRpvX4Y/Smj5lKathYI/AAAAAAAABFU/G8FQJMLQk50/S220/avatar.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
