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sexta-feira, janeiro 11

Boas práticas para a atuação das marcas no Twitter


Há algum tempo iniciei uma discussão no Midiatismo sobre a frequência certa de postagens no Twitter. Em 2010, embora o “boom” da rede já estivesse acontecendo, o tema se mostrava bastante oportuno. Cheguei a acreditar que depois de tanta popularização, a área estaria hoje mais profissionalizada, e os códigos de etiqueta para empresas bem claros. No próprio Midiatismo há outros posts falando sobre isso, como o "10 ações positivas e negativas que as empresas fazem no Twitter".

Mesmo assim, percebo que isso ainda parece não ser levado em consideração por muitas marcas. Por isso, retomei este assunto, desta vez com alguns dados importantes para ajudar a pensar boas estratégias. São dicas muito básicas, mas essenciais para construir bons relacionamentos no Twitter – e algumas dessas dicas servem também para o Facebook. Mas, é claro, nesta outra temos outras interferências que podem alterar o resultado quanto à visibilidade, mas para relacionar-se, sim, para isso está valendo.

Primeiro:  a expectativa que se tem é que um tweet fique em média 15 minutos na timeline dos seguidores. Essa é a média para um post sumir do campo de visão dos usuários da rede.
Ou seja, se a empresa não costuma postar regularmente ao longo do dia, não vai adiantar querer compensar essa falta postando tudo de uma só vez. Também fica deselegante postar uma ideia em mais de um tweet; muito pior é postar um tweet com mais de 140 caracteres, de modo que o seguidor precise clicar num link para vê-lo por completo, então é bom evitar.

Mas, seguindo a linha da quantidade: já foi identificado que a segunda coisa que mais afasta clientes no Twitter é o envio de muitas mensagens ao mesmo tempo. Sendo assim: esse comportamento além de ineficiente, é chato, e pode culminar em unfolows e antipatia por parte do público. Usando ferramentas como o Hootsuite ou Tweetdeck é possível agendar o envio de cada post, experimente.
Outro ponto é que existe um “horário nobre” que tem sido amplamente divulgado em blogs sobre comunicação digital. Algumas empresas já sabem disso e pensam algumas estratégias para usufruir deste recurso. Outras nunca ouviram falar.

Contudo, existe uma ressalva a ser observada: esses horários são os de maior troca de dados nas redes, ou seja, não é apenas o de maior audiência, mas o de maior concorrência também. Essa ideia tem que ficar clara na hora de definir os horários das postagens. Deve-se optar por concorrer, e ficar menos de 15 minutos visível para o seguidor, ou postar numa faixa menos concorrida e ficar mais tempo, quem sabe ser o primeiro post que ele visualiza ao entrar no Twitter.

E mais: o trabalho em redes sociais deve focar relacionamento, o que implica em conhecer o público. Ao identificar o público de interesse para o seu conteúdo, o estrategista deve observar o comportamento dele na rede. Ou seja, o melhor horário é relativo, são os seguidores, a dinâmica da comunidade que se está trabalhando, que vai determinar este fator.

E para deixar claro, não existe fórmula mágica. Atuar nas redes sociais é uma constante de monitoria, análise e ajustes. Ao se postar conteúdo relevante, se tiver bons resultados, pode-se aumentar a frequência, observar os feedbacks, engajamento e seguir ajustando.

Importante! Nestes casos não vai adiantar agendar postagens simplesmente. Para ter engajamento é imprescindível responder e interagir com os seguidores, a todas as menções, e não só as com @ da marca. Aliás para obter mais seguidores, conversar com pessoas que não mencionam o seu @ é uma ótima estratégia.

E para que os objetivos não se percam, o planejamento é fundamental. Foco em relacionamento com objetivos claros, e atenção constante para avaliar e mensurar os resultados. Esse é um bom caminho para iniciar ou dar sequência a um bom trabalho no Twitter.

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